sexta-feira, 31 de março de 2017

Software Livre e Open Source, o que é? onde habitam?

Já a algum tempo, sou adepto do software livre, vários anos atrás tirei o microsoft office de minha vida e coloquei o Libreoffice (antes utilizava o BRoffice), este atende minha necessidade de uma suíte de escritório, inclusive ao meu ver com um layout muito mais agradável. Meu cliente de e-mail é o thunderbird, gerenciador de banco de dados HeidSQL e assim vai.

Agora estou dando um passo em minha suíte IDE de desenvolvimento, substituindo os programas da adobe, a mais recente substituição foi o dreamweaver pelo netbeans, um pouco porque hoje desenvolvo muito mais códigos do que faço design, graças ao bootstrap.

Pretendo cada vez mais aumentar o leque deste tipo de software em meu sistema.


Um software livre (ou free software, em inglês) permite que seus usuários usem, estudem, modifiquem e redistribuam esses programas ou apenas os seus códigos-fonte como quiserem. Porém, há uma exigência: quando o usuário redistribuir esse programa, ele deve continuar livre para que outros usuários também o usem e modifiquem. Entre os programas que seguem esse conceito, o Linux, um sistema operacional, é provavelmente o mais famoso. 

Durante os anos 70, os desenvolvedores costumavam compartilhar seus programas de forma parecida com os princípios do software livre, mas no fim dessa década as empresas passaram a colocar restrições aos usuários através de contratos de licença de software. Essa barreira incomodou Richard Stallman, que em 1983 começou um projeto cujo objetivo era escrever um sistema compatível com o UNIX e que recebeu o nome de GNU, com a ideia de compartilhá-lo com qualquer pessoa interessada. Stallman fundou, em 1985, a Free Software Foundation (FSF), criando os conceitos de copyleft e de software livre.

Já os softwares de código aberto ou open source permitem que usuários modifiquem o código-fonte de um programa conforme sua vontade; entretanto, as condições de uso e distribuição são definidas pelo desenvolvedor original. Esse conceito surgiu em 1998, quando um grupo de pessoas ligadas ao software livre defendeu o uso desse novo termo como uma expressão menos confusa e também mais confortável para o mundo dos negócios. Entre os inúmeros programas open source existentes, podemos citar o navegador Mozilla Firefox.

Esse modelo de código aberto é considerado por muitos como parte da comunidade do software livre e, embora existam diferenças, na prática as duas acabam sendo similares e levando pessoas dos dois movimentos a trabalharem em conjunto.


Diferentes tipos de licença de softwares livres e open source

De modo geral, as licenças de software livre podem ser separadas em:

• Permissivas (BDS, MIT e Apache): impõe poucas restrições e costuma ser usada quando o objetivo é atingir um grande número de pessoas.

• Recíprocas totais (GPL e AGPL): determina que qualquer derivação do trabalho original precisa ser redistribuída e disponibilizada seguindo os mesmos termos da licença original. Conceito conhecido como copyleft.

• Recíprocas parciais (LGPL, Mozilla e Eclipse): espécie de meio termo entre as licenças permissivas e as recíprocas totais, conhecida como copyleft fraco. Modificações devem ser disponibilizadas sob a mesma licença, mas se forem usadas como parte de outro projeto de software, isso deixa de ser obrigatório.

Essas licenças também podem ser usadas para softwares open source, mas existe uma infinidade de outras formas de licenciamento no código aberto.


Software livre X software comercial

Enquanto o software livre pode ou não ser gratuito, podendo ser construído colaborativamente, o software proprietário proíbe sua cópia, distribuição ou modificação por outros usuários. O software comercial costuma ser desenvolvido por alguma empresa, e sempre busca obter lucros através de sua utilização e distribuição. Um software livre pode ser comercial ou não. Esses termos apenas designam atributos da licença do programa.

segunda-feira, 20 de março de 2017

Sou finalista do prêmio ABCOMM 2017! Conto com seu voto!

Com muita satisfação, sou finalista do prêmio ABCOMM 2017 na categoria 'Melhor profissional de marketing digital'. Agradeço muito a Deus por esta conquista e conto com seu voto.


Para mim já é uma honra estar entre os finalistas, gostaria de pedir seu voto, pois agora o prêmio está na fase de votação popular.  Quem sabe eu não venha a ganhar :)

Basta acessar o site, selecionar meu nome Arthur Bonora e confirmar.

Você estará colaborando com um passo muito importante de minha carreira.
http://www.abcomm.org/vota-marketing.php
VOTAR AGORA

Volta orkut, facebook é muito ruim

Sinceramente eu tenho saudade do orkut e sua forma de organização.

O facebook ao meu ver é muito bagunçado e o pior permite que pessoas te adicionem em grupos sem que você deseje, além das conversas em grupos que você cai de paraquedas porque alguém te adiciona.

Eu ja procurei em configurações como bloquear essas ações, porém não encontrei, ou precisa ser um ninja para conseguir bloquear ou realmente não existe esta opção.


Acredito que voltar o orkut não é possível, mas já está mais do que na hora de surgir uma nova rede social, muito mais organizada que possa ter o feed (que é o sucesso do facebook) e, possa principalmente dar maior poder aos seus usuários para personalizar a ferramenta.


Alguém vai perguntar, então porque você usa?
É simples, hoje em dia vivemos em rede e, se a rede está no facebook, é necessário estar lá também. A rede social com maior abrangência é o facebook, não tem jeito, ou estamos lá ou não estamos em rede social.




terça-feira, 14 de março de 2017

Correntes de #Nãoautorizo do facebook


De tempo em tempo surge uma corrente no facebook de #nãoautorizo, conforme imagem abaixo:





O que pode e o que não pode ser feito com seus dados está disponível nos termos de serviço, que inclusive é aceito pelos usuários. Os termos são ferramentas utilizadas pelos sites justamente para informar essas questões.



O ideal é não colocar nenhum dado na internet que não possa ser utilizado por terceiros, não que você queira que sejam  utilizados, mas estes dados estão sim vulneráveis.
Caso esteja realmente preocupado com essas políticas de privacidade, sugiro a leitura dos termos de serviço.


Abs



segunda-feira, 13 de março de 2017

Phishing com anúncio no google!

Atenção galera,

Acabei de detectar um pishing com anúncio no google ao fazer download do java:




veja as diferenças:

Site do mallware:


Site oficial:


Ou seja, hoje em dia temos que ficar espertos até com os anúncios pagos no google (adwords), eu mesmo quase cai nessa!

domingo, 12 de março de 2017

Códigos de regiões (estados) para geolocation

Estava eu criando uma solução de geolocation, e em um  determinado momento precisei verificar os códigos dos estados retornados em 'geoplugin_regionCode' do webservice http://www.geoplugin.net.

Tive uma dificuldade tremenda de achar uma lista dos uf´s com os códigos para o geoplugin. Tive que fazer umas manobras, pegando IP´s de cada estado e verificando o código que retornava, logo se alguém necessitar, estou colocando a lista abaixo, que montei para solucionar este meu problema:


01: 'AC'; 02: 'AL'; 03: 'AP'; 04: 'AM'; 05: 'BA'; 06: 'CE'; 07: 'DF'; 08: 'ES'; 11: 'MS';
13: 'MA'; 14: 'MT'; 15: 'MG'; 16: 'PA'; 17: 'PB'; 18: 'PR'; 20: 'PI'; 21: 'RJ'; 22: 'RN'; 23: 'RS'; 24: 'RO'; 25: 'RR'; 26: 'SC'; 27: 'SP'; 28: 'SE'; 29: 'GO'; 30: 'PE'; 31: 'TO';

Webservice para Geolocation: http://www.geoplugin.com

sexta-feira, 10 de março de 2017

E-Sports: competições reais

Ainda há uma grande discriminação no que diz respeito aos e-sports: os esportes eletrônicos. Para quem não sabe, eles culminam nas competições profissionais de jogos eletrônicos, que acontecem por todo o mundo há anos. Recentemente, os e-sports ganharam muito mais reconhecimento, mas as competições já existiam desde os anos 80, quando os games se popularizaram. Ainda que muitos não gostem de usar o nome “esporte” para se referir a esta modalidade, é indiscutível que ela esteja crescendo cada vez mais e movimentando bastante o mercado. Podemos fazer a comparação com o Xadrez, pois também trata-se de um esporte que usa a mente ao invés da força física, mas nunca se discute se realmente é ou não é um esporte, porque é.



Para citar alguns exemplos, um estudo promovido pela empresa Newzoo apontou que, em 2016, os lucros no mercado mundial de esportes eletrônicos ultrapassaram os 400 milhões de dólares. Eles ainda afirmam que, até 2019, é provável que esse número passe de 1 bilhão de dólares. Em 2015, o público do e-sports já era de mais de 200 milhões de pessoas, e o número não para de crescer.

Não são só as companhias que lucram com esse sucesso. Os cyber atletas, que dedicam seu tempo e experiência em torneios internacionais de alguns jogos eletrônicos, conseguem faturar milhões. Os nomes mais bem pagos do e-sports atualmente incluem Chen “Hao” Zhihao, Zhang “xiao8” Ning e  Jiao “Banana” Wang, todos com mais de 1 milhão de dólares na conta. Isso porque todos eles são do time chinês Newbee, que venceu o Torneio Internacional de 2014, com um prêmio de mais de 10 milhões de dólares (aproximadamente 30 milhões de reais). Outros jogadores, mesmo em outros torneios ou sem títulos vencedores, também conseguem ganhos impressionantes em grande competições.

Outro ponto que prova a expansão dos e-sports é a inclusão dos mesmos nas programações de canais reconhecidos de esportes, como o SporTV ou a ESPN. Na última década, as principais transmissões dos torneios ocorriam via streaming, pelo Twitch TV, que se tornou referência para o gênero. Entretanto, reconhecendo o crescimento desse segmento, alguns canais passaram a incluir os e-sports e conseguir mais uma boa fatia de audiência.

Os jogos mais famosos nas competições mundiais são League of Legends (LOL), DotA 2, Counter-Strike: Global Offensive e StarCraft II.

Maiores times brasileiros de e-sports: Big Gods, CNB eSports, INTZ eSports, KaBuM! eSports, Keyd Stars, Operation Kino, paiN Gaming e Red Canids,

domingo, 5 de março de 2017

O que é Crowdsourcing?



Crowdsourcing é um modelo colaborativo de desenvolvimento, onde através de uma ideia de produto ou serviço há várias colaborações de diversos membros da internet que se juntam em uma comunidade. Pode ser utilizado também por exemplo para solução de algum tipo de problema.

Um excelente exemplo é a plataforma github para desenvolvimento de softwares e também o wikipedia que reúne colaboração do mundo todo, criando a maior enciclopédia virtual. Mas é possível sua utilização em praticamente todas as áreas.



Com o crowdsourcing, é possível conectar diversas pessoas para o desenvolvimento de uma única ideia, isso pode ser realizado ao contratar por exemplo diferentes pessoas através de plataformas da internet que oferecem serviços de freelancer como freelancer.com, workana.com.br e diversos outros, e ainda pode ir além, como por exemplo no logueria onde vários designers competem por um job de desenvolvimento de logotipo e outros materiais gráficos, e você que efetuou a contratação do serviço escolhe aquele que mais lhe agradou.

Com o crowdsourcing é possível criar uma empresa do zero sem sair de casa, apenas com um cartão de crédito, bastando utilizar os diversos serviços disponíveis na web.




Referências:

Oportunidades Exponenciais - Kotler, Steven / Peter H. Diamandis - Hsm Do Brasil S.A. (Digital)


Wikipedia - https://en.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing


Crowdtask - http://crowdtask.me/conteudo/afinal-o-que-e-crowdsourcing/

Desenhar fluxogramas

Pessoal, segue dica de uma ferramenta on-line, simples e fácil para desenhar fluxogramas e diagramas para seu projeto: https://demo.bpmn.i...