segunda-feira, 31 de outubro de 2011

[Para descontrair] Como estamos na "Era Digital", foi necessário rever os velhos ditados existentes e adaptá-los à nova realidade.


1. A pressa é inimiga da conexão.
2. Amigos, amigos, senhas à parte.
3. A arquivo dado não se olha o formato.
4. Diga-me que chat frequentas e te direi quem és.
5. Para bom provedor uma senha basta.
6. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.
7. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.
8. Hacker que ladra não morde.
9. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.
10. Mouse sujo se limpa em casa.
11. Melhor prevenir do que formatar.
12. Quando um não quer, dois não teclam.
13. Quem clica seus males multiplica.
14. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.
15. Quem envia o que quer, recebe o que não quer...
16. Quem não tem banda larga, caça com discada.
17. Quem semeia e-mails, colhe spams.
18. Quem tem dedo vai a Roma.com
19. Vão-se os arquivos, ficam os backups.
20. Diga-me que computador tens e direi quem és.
21. Uma impressora perguntou para a outra: - Essa folha é sua ou é impressão minha?

22. Aluno de informática não cola, faz backup.
23. Na informática nada se perde nada se cria. Tudo se copia... E depois se cola.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

A Origem da Internet

INTERNET
Em resposta ao lançamento ao espaço do satélite Sputnik realizado pela Rússia em 04 de outubro de 1957, o presidente dos Estados Unidos, Eisenhower, criou, em Outubro de 1957, a ARPA – Advanced research Project Agency que a principio desenvolveria programas relacionados aos satélites espaciais (ALMEIDA, 2005).
Com tudo a criação da NASA – National Aeronautics & Space Administration -, no verão de 1958 daquele país parecia dar fim aos objetivos da ARPA que então passou a direcionar seus estudos para a área da recém-nascida informática quando em 1961 a Universidade da Califórnia em Santa Bárbara-EUA herdou da força área um enorme computador IBM q-32, a partir dai criou-se o CCR – Command and Control Research – dirigido e coordenado pelo psicólogo Joseph Licklider especialista em computadores da época já com renome (ALMEIDA, 2005).
No CCR o trabalho se baseava no processamento de dados por lotes, processo este que satisfazia a maioria das necessidades de cálculo dos computadores mas não permitia a transmissão de dados entre eles (ALMEIDA, 2005).
Licklider criou então uma forma da comunicação entre os computadores existir, através da criação do IPTO – Information Processing Techniques Office – cujo objetivo era exclusivamente voltado para a comunicação interativa e transmissão de dados, pois era necessário a construção de uma rede para comunicação rápida entre as equipes de investigadores da ARPA (ALMEIDA, 2005).
Apesar de deixar a ARPA em 1965, a orientação de Licklider foi continuada pelo seu sucessor Robert Taylor que então com um orçamento de 19 milhões de dólares iniciou o financiamento da primeira rede de computadores. Outras redes foram construídas anteriormente por outras organizações, mas não obtinham sucesso porque as linguagens eram diferentes entre si deixando-as isoladas, o objetivo da ARPA era uma rede com um e que conseguiria efetuar comunicação com outras redes mantendo a segurança dos dados no percurso. Para essa segurança em questão utilizava-se uma idéia de Paul Baran que junto com Donald Davies tinham imaginado um sistema de comunicação por pacotes, dividindo a mensagem no emissor em várias partes e juntando no receptor para correta interpretação (ALMEIDA, 2005).
Assim para haver comunicação entre os computadores foi criado protocolos que regulassem o intercâmbio de mensagens, os primeiros protocolos foram Telnet – Ligação Interativa de um Terminal com um Computador Remoto – e o FTP – File Transfer Protocol – Protocolo este para transferência de arquivo utilizado largamente até os dias de hoje (ALMEIDA, 2005).
A Origem de fato da primeira rede e computadores foi no dia primeiro de Dezembro de 1969 chamada então de ARPANET que estabelecia comunicação entre os computadores da Universidade da Califórnia – Los Angeles -, SRI – Stanford Research Institute -, Universidade de Utah e Universidade da Califórnia – Santa Barbara (ALMEIDA, 2005).
Ilustração 2 – Primeira rede de computadores

Esta rede utilizava a rede telefônica normal, já em agosto de 1972 os primeiros quatro pontos de rede foram ampliados para trinta (ALMEIDA, 2005).
As atividades principais desenvolvidas na então recém-criada rede era a troca de mensagens e correios eletrônico, correio eletrônico este que predomina até hoje na internet, de tão importante que se tornou a ARPANET em 1972 para lembrar que a rede dependia do financiamento do Pentágono foi rebatizada de DARPANET (D de Defense), então inicia- se um processo de criação de uma rede internacional com conexões de redes regionais e nacionais, cujo ponto principal para esse desenvolvimento se deu entre 1973 e 1978 com o desenvolvimento do protocolo TCP/IP (Transmission Control Protocol / Internet Protocol), que substituía os anteriores protocolos de comunicação permitindo que redes independentes se comunicasse entre si (ALMEIDA, 2005).
Com as variadas divisões da ARPANET com militares e defensores da abertura da mesma, a ARPANET foi se dividindo em diversas redes com objetivos diferentes entre militares e científicos, e com a demonstração do protocolo TCP/IP realizado em 1977 utilizando três redes ARPANET – RPNET – STATNET considera-se o nascimento da atual internet (ALMEIDA, 2005).
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos substituiu a ARPANET pela rede NSF em 1990 rebatizando a mesma de NSFNET que então se popularizou em todo mundo com a denominação de Internet (ALMEIDA, 2005).
A verdadeira propagação da internet surgiu com o www (world wide web) e html (hyper text markup language) sendo assim possível as criações das página de internet e com os navegadores que então poderiam renderizar as páginas feitas na linguagem de programação html e mostrá-la ao utilizados do computador. A Internet então passa a ser uma rede de redes conectadas tornado-se pública para o mundo e utilizando como forma de comunicação a infra-estrutura já existente de telecomunicações (ALMEIDA, 2005).
Hoje a internet se apresenta como uma espinha dorsal para tecnologia da informação, tanto no uso empresarial, governamental e doméstico interligando vendedores e clientes possibilitando interação e transações em tempo real (CASTELLS, 2001; VENKATRAMAN, 2000 apud AMAROLINDA, 2005, p. 60).


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Série: Redes Sociais como ferramenta de vendas

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Diferença entre Gateways e Intermediários

Muita gente me questiona qual a diferença entre gateways e intermedários de pagamento, achei essa definição muito boa no ecommerce Brasil
A Matéria é bem completa e puxa um pouco a "sardinha", mas vale a pena conferir.
replico o trecho da questão do título abaixo:

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"Para começar, é vital esclarecer esta confusão comum: existem Gateways de Pagamentos e Intermediários de Pagamentos, e as diferenças entre os mesmos são enormes.
Tecnicamente, a explicação é simples:
  • Com intermediário, quem recebe o pagamento é o intermediário. Seu serviço é financeiro, assim como um banco. Sua remuneração considera o valor transacionado e os riscos financeiros envolvidos.
  • Com gateway, quem recebe o pagamento é a loja virtual (assim como no mundo offline!) Seu serviço é tecnológico e geralmente remunerado em função do número de operações realizadas."

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Desenhar fluxogramas

Pessoal, segue dica de uma ferramenta on-line, simples e fácil para desenhar fluxogramas e diagramas para seu projeto: https://demo.bpmn.i...