sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Post Websinder com meus comentários

O tempo do livro impresso passou

27 de agosto de 2010, 12:48

O livro impresso serviu seu propósito como suporte durante muitos séculos. Em torno dele se fez uma indústria, que hoje é nociva aos interesses das pessoas. Você concorda?

Por Carlos Nepomuceno

Livros em uma estante são apenas literatura em potencial.
C. S. Lewis, da coleção de frases.

Recebo de um amigo virtual a seguinte mensagem depois de ter postado isso no Twitter:

Existe algo + s/ sentido do q "Bienal do Livro"? Ñ seria "Bienal das ideias presas nos livros"? Protesto: "Libertem as ideias!". Concordas?

Ele me manda: Eu entendo tua posição sobre o "formato". Mas livro é uma relação de cumplicidade, de intimidade que é difícil desqualificar. Claro que hoje eu sou adepto do debate, do aprender observando as ideias livres ao vento, compartilhamento, etc. Mas nem por isso deixo de lado o êxtase sensorial que é ler um livro sentado na cadeira enquanto tomo sol no quintal.Vamos dizer que eu sou como o cara que coleciona disco de vinil mas não deixa de ouvir MP3. Grande abraço. Rodrigo Leme, que fez a ode ao livro no blog dele.

Temos que separar algo bem importante que é o fetiche pelo livro para o que ele representa, tanto quanto opressão ou libertação.

O livro é o condutor de ideias.

Serviu a seu propósito como suporte durante muitos séculos e mais diretamente nos últimos 550 anos com o livro impresso. Em torno dele se fez uma indústria, que, a meu ver, é nociva hoje aos interesses das pessoas.

Hoje, com o suporte digital, deve-se ver o livro como algo opcional e não obrigatório. Devo poder ler tudo que quiser na rede e se quiser ter o fetiche do papel, pagar por ele.

Porém, um deve independer do outro.

As editoras, hoje, são fortes elementos conservadores na sociedade, assim como foram as Igrejas e a Monarquia na Idade Média.

Evitar que um ser humano tenha acesso às ideias de outros, a meu ver, é um disparate que deve ser combatido! Ganha-se dinheiro escondendo conhecimento! No fundo, é isso!

Antes, tinha-se a desculpa do custo, ok. Porém hoje todo livro é digitalizado para ser produzido e opta-se por não divulgá-lo em nome do lucro, do mercado, do negócio.

É insano isso.

Não vou saber algo que pode melhorar minha vida, pois não tenho dinheiro para pagar.

Pense bem nisso, de maneira geral, sem estar envolvido com o que estamos acostumados…

As editoras devem, ao contrário, sair da postura reacionária de impedir o conhecimento para ganhar dinheiro na difusão maior do conhecimento. Quanto mais ideias de qualidade, melhor para todos!

Tipo, ao invés de "vender" o autor em formato de livro, "vender" suas ideias em qualquer formato, mas sempre garantindo que um básico esteja para todos. Quanto mais as pessoas absorverem novas ideias, mas vão querer consumir novas, quanto menos, menos.

Fecha-se o mercado, quem tem interesse de abrir, pois estão fechadas na venda do suporte e não do miolo.

Problema cognitivo. Estamos tão aprisionados nesse conceito livro, como fetiche, que não vemos o quanto eles são autoritários, anti-ecológicos e excludentes socialmente.

O tempo deles passou, invente-se outra coisa. Abaixo a ditadura dos livros, que aprisionam ideias!

Feito o protesto… Que dizes? [Webinsider]

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Minha Nota:

03/09/2010

Bom vamos lá, acredito fortemente que o conhecimento deva estar em todo lugar porem as editoras precisam ter seu lucro para desenvolverem mais conteudo… por exemplo os livros que estão presos a editoras é porque foram bancados, neste caso talvez o autor não o tivesse escrito sem esse suporte da editora…

é como a questão de patentes para medicamentos, é claro que seria melhor que não existisse, pois teriamos medicamentos mais baratos e acessivel etc, e tal porem sem as patentes os laboratorios não teriam garantia de retorno sobre as pesquisas que desenvolvem os medicamentos e então talvez não as fariam, assim teriamos somente anti-gripais.

penso que o aprisionamento está tambem nos autores que podem expressar suas ideias tambem pela rede sem depender de livros, porém vão almoçar o que? e o leite das crianças, claro digo isso não pelos hobystas mas por aqueles escritores que dependem disso, pois geralmente são estes que necessitam da renda do livro.

batendo em outro ponto referente ao gosto pelo livro, isso ainda nao sei como irá ficar, pois um dos prazeres que tenho é ao deitar puxar um livro abrindo na pagina marcada ler lá uns três capitulos fechar, jogar do lado apagar a luz e dormir…. será que com um kindle, ipad ou qualquer tablet da vida será a mesma coisa, ainda não sei porque ainda não tenho um para testar… mas confesso que provalvemente serei um daqueles amantes de livro que quando tudo digitalizar eu manterei minha coleção.

 

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Matuto vendedor...

Salve Galera, sei que essa é velha, mas faço questão de deixar registrado em meu blog, porque além do lado comico mostra como realmente vender, ao contrario de quando é o cliente que compra.
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Um matuto inteligente vindo da roça se candidatou a um emprego numa grande loja de departamentos da cidade. Na verdade era a maior loja de departamentos do mundo, tudo podia ser comprado nessa loja.
 
O gerente perguntou ao rapaz:
 
- Você já trabalhou alguma vez na vida?
 
- Sim, eu fazia negócios na roça.
 
O gerente gostou do jeito simpático do matuto e disse:
 
- Pode começar amanhã, e no final da tarde venho verificar como você se saiu.
 
O dia foi longo e árduo para o rapaz.
 
Às 17:30 o gerente se acercou do novo empregado para verificar sua produtividade e perguntou: Quantas vendas você fez hoje?
 
- Uma !
 
- Só uma?! A maioria dos meus vendedores faz de 30 a 40 vendas por dia.
 
De quanto foi a venda que você fez?
 
- Dois milhões e meio de Reais !
 
- Como você conseguiu isso
 
- Bem, o cliente entrou na loja e eu lhe vendi um anzol pequeno, depois um anzol médio e finalmente um anzol bem grande.
 
Daí eu lhe vendi uma linha fina de pescar, uma de resistência media e uma bem grossa, para pescaria pesada.
 
Eu lhe perguntei onde ele ia pescar e ele me disse que ia fazer pesca oceânica.
 
Eu sugeri que talvez fosse precisar de um barco, então eu o acompanhei até seção de náutica e lhe vendi uma lancha importada, de primeira linha.
 
Aí eu disse a ele que talvez um carro pequeno não fosse capaz de puxar a lancha, levei-o a seção de carros e lhe vendi uma caminhonete com tração nas quatro rodas.
 
O gerente levou um susto e perguntou:
 
- Você vendeu tudo isso a um cliente que veio aqui para comprar um pequeno anzol?
 
- Não senhor, ele entrou aqui, na verdade, querendo um pacote de modess para a esposa, aí eu falei:
 
Já que seu fim de semana ta perdido mesmo;.. que tal uma pescaria ?!...

Desenhar fluxogramas

Pessoal, segue dica de uma ferramenta on-line, simples e fácil para desenhar fluxogramas e diagramas para seu projeto: https://demo.bpmn.i...