segunda-feira, 9 de julho de 2018

O que vi no Vale do Silício!

No início de junho, passei uma semana imerso no vale do silício, para entre tantas outras coisas, principalmente aprender o que faz daquela região do mundo, o berço da inovação.
A expectativa inicial era ver muita tecnologia inovadora, coisas que transformarão o mundo nos próximos anos, embora há muita coisa bacana para ser compartilhada, devo confessar que as tecnologias em si não foram os principais aprendizados, mas a cultura que cerca todo o ambiente. A população do Vale tem mais de 50% de imigrantes, gente de todo mundo, a diversidade faz com que a região seja a mais inovadora, de lá são criados produtos globais, e produtos globais precisam ser construídos por gente do mundo todo.
A bandeira da diversidade é exposta nas empresas, essa questão é muito valorizada. A ponto de empresas como a Nvidia ter um restaurante indiano e chinês como opção para seus funcionários.
E muito além da diversidade, há presença forte de alguns quesitos fundamentais no dia a dia, como:

Objetividade
Dizer o que precisa ser dito, não levar assuntos para o lado pessoal, as coisas são tratadas sempre como negócios, porque são negócios.

Pensar fora da caixa
Não só os empreendedores, mas a região em geral não se conforma com as 'mesmices', buscam sempre fazer algo novo para chegar a resultados diferentes.

Faça, sua ideia não vale nada
Um aprendizado muito importante, é de que não adianta ter uma ideia se você não a executa, a execução é o que conta e não a ideia.

Humildade
Saber que de uma forma ou de outra você precisará do outro, e que sozinho não se chega a lugar nenhum, esse é praticamente um mantra do Vale do Silício.

Com relação a tecnologia, pretendo elaborar um outro post.

O que é fundamental sabermos, é que a tecnologia não vai mudar o mundo, ela já está o transformando.


Quando falamos de transformações e revoluções, pensamos logo no protecionismo que o país pode ter para com seus mercados tradicionais, um bom exemplo é o carro elétrico, como fica a indústria e toda a cadeia do petróleo. Para isso é usado uma celebre frase: A tecnologia não pede passagem, ela pede desculpas.
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